As minhas andanças na coxilha,
De meu pensamento são passeios
E semeiam minha alma como silha
Para frutificar por outros meios,
Poemas, sonetos e memórias
Que eu nem sequer sabia ter retido
De outras gerações e suas estórias,
Num fluxo permanente e incontido.
O corpo? Sim, também floresce...
E estes prados viram meu amor
E minha beleza enquanto cresce.
Mas a prenda tão cedo rebelada,
E, diz Matilde, perdida em despudor,
Não servirá pro homem e pra mais nada...
17/08/2006
Há 8 meses
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