Tendo o grande Rimbaud como patrono
E a rebeldia como minha musa amarga,
Quando guria eu poetava até no trono
Disfarçando ao som logo da descarga
Enquanto a Açoriana se esfalfava
De bater na porta preocupada
Ou furiosa de saber que se ocupava
De "só poesia" esta guria “alienada”.
Não tinha os pés na terra, ela pensava,
A cabeça nas nuvens... é o perigo,
Pois na certa o manicômio me esperava.
Ba! Bem que ela quis me pôr (à) venda
Ou mordaça pra calar seu inimigo:
Meu sonho de ser mais do que uma prenda...
(sem data)
Há 6 anos
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