Ó nume, meu negrinho diligente,
Orando e trabalhando nas estrelas
Por mim neste plano, e indulgente
Co’as falhas, que me vês a cometê-las,
Quando não bizarrias ou loucuras
Por pura ardência de paixão
Pela vida e o amor, e as sinecuras
De ser a filha amada do patrão...
Não me deixe desgarrar teu pastoreio
Por mais que solitária tenho sido
De amar o meu amor tão proibido
E cantá-lo para o mundo e este pampa
Que já não ousa considerá-lo feio
Ao ver tão bela Arca já sem tampa...
(sem data)
Há 7 meses
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