ou Proezas do Rodo
Quando a primavera retornar,
Quero colher flores nas coxilhas,
Como outrora, Rodo, a conversar
Ou só a admirar as maravilhas,
O que é mais aprazível e eficaz,
Pois que me causou grande aflição
Tua obscura proeza como ás
Do pôquer, na última estação,
Quando entre banqueiros te sentaste
Jogando “tua” estância alardeada
E ganhaste um milhão numa cartada.
Não sei se te bato ou se te abraço,
Ao me dares, não de flores, este maço,
Se minha vida em tuas mãos tomaste...
(sem data)
Há 8 meses
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