A Poesia é um estado de visão
Ou uma compleição nova da mente,
Um tanto mais bizarra na feição
Do que o normal de toda gente.
O burguês não a quer, que é só consenso,
Pois elegeu o comum e o banal
A que queima dia-a-dia o seu incenso
Para que a vida mude e fique igual.
Mas o Poeta prefere velhos deuses
Secretos, no silêncio dos seus livros
Ou no sótão sem fim de seus adeuses
Ao duo da Beleza e da Verdade.
Ah!... e encontros renovados e furtivos
Com o Amor, o Sonho e a Saudade...
27/08/2006
Há 7 meses
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