Contar minhas fraquezas sem que torça,
Mesmo com alguns traços perversos,
E assim transfigurar-me em minha força,
Que fica então plasmada nos meus versos,
Que é ser vulnerável enquanto humana,
Tanto que sangrar é o meu mérito
Já que o fiz não só por minha "xana"
Mas diante deste mundo de pretérito...
E chorarão comigo o que não pude
Aqueles que me virem muito após,
Pois que não conheci decrepitude,
E se fui frágil, serei bela eternamente,
Rosto puro que não quis cremes e pós
Pra olhar-me no espelho que é a mente...
14/01/2007
Há 7 meses
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