Há quem acredite, minha amiga
Que a vocação do frango é o assado,
Assim como a do homem é o mercado,
A vida uma intrincada e triste intriga.
Não te iludas, e torna a repensar
O presente da vida que te deram
Sem que a ti pudessem consultar,
Se há erro ao fazê-lo ou se esmeram
Teus pais, os deuses ou destino
Pois não sabemos nada e suspeitamos
Que a vida seja mero desatino
De um Deus do acaso ou do jogo,
Um mago do circo que montamos,
Cujo número é o fatal arco de fogo...
(sem data)
Há 7 meses
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