Caminhemos como sempre, meu irmão,
Em nosso colóquio prazenteiro
Que nos faz exercitar não a razão
Mas o sonho que nos toma por inteiro,
Tu, do pôquer a narrar tuas façanhas
Em que a própria vida sempre arriscas
Com cartadas, blefes e outras manhas,
Cercado de umas chinas nada ariscas.
Enquanto eu me derramo em escutar-te
Recordando o gestual ilusionista
Que em guria fez por certo mais amar-te,
E em seguida arriscarei um improviso
Que cante nossas vidas e esta vista,
O horizonte que me acolhe ao teu sorriso...
(sem data)
Há 6 anos
Nenhum comentário:
Postar um comentário